Enquanto você busca versos, eu te assisto sem inspiração
ainda tonta do sono forçado.
Você faz priemeiro a melodia;
me pede pra anotar versos...
Estouraram nossa bolha... a paz desta noite nos foi roubada!
Culpada eu? Culpado você? ... Culpado você!
Você e essa sua mania de prometer...
Olhos fechados, dentes cerrados,
na boca gosto de um sorriso amarelo e compreensivo.
Durmo! e durmo sim
pra não me dar quem sabe o luxo de acreditar...
pensar... que você voltaria.