quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Não vivo!
Brinco de faz de conta...
Às vezes paro!
E faço as contas;
Às vezes choro!
E perco a bronca;
Às vezes caio!
E fico tonta?!
Às vezes saio!
e fecho a conta!
Mãos que pedem;
mãos que escrevem;
mãos que se prendem;
mãos que se perdem.
Mãos que recebem;
mãos que aquecem;
mãos que ferem.
Mãos que enaltecem;
mãos que entristecem;
mãos que esquecem;
mãos que falecem.

...

Mãos!
laguidas mãos,
de finos e agéis dedos e
delicadas unhas;
Mãos que me regam, mãos que me entregam.
Ah, que poesia tens tu!