Algumas Palavras soltas, de dedos aflitos.
Na pontinha do pé com graça e melindre
manejo as peripécias dessa paixão...
Um bilhete
Um sorriso
Um olhar tímido
Um arrepio
Com malandragem inocente controlo em mim
as hesitaçoes de conciência...
Seu sabor proibido chama
Seu cheio carinhoso protetor derrama
me molha e me leva,
Seu jeitinho concentrado e atento a cada detalhe,
Sua leveza e delicadeza no trato me chegam à boca,
aos ouvidos, ao colo...
como um veneno doce e envolvente.
Mortal?
Não.
Faltalmente certeiro, diria.
Se você tiver curiosidade, coragem, ousadia ou vontade...
Vai assistir minha pele aquecer e mudar de cor.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Ainda não sei bem, e nem teria coragem de pedir nada, pela falta de certezas a respeito do que quero que você seja pra mim...
Mas sei o que quero ser pra você.. ou o que talvez nao quero ser.
Quero ser brisa leve e as vezes ventania, quero estar de passagem breve e as vezes ficar dias;
Quero ser encantadoramente demoniaca, angelicalmente doce e inocente;
Quero fazer você tirar as palavras dos bolsos, os papeis velhos da gaveta e apontar o lápis
Perder a cabeça, guardar seus principios na caixinha por algumas horas, só...
Pra sentir a nossa poesia, o amor que a gente aprendeu a fazer;
Quero ser o convite pro salto no penhasco, tiremos as roupas e vamos correr nus, na chuva;
Só pra rir um pouco;
Só pra sentir um poco;
Só pra sair um pouco... da linha.
Quero ser colo, noite e dia;
Quero ser ausência numa saudade anciosa;
Um frio bobo na barriga;
Uma amizade engraçadinha e perigosa;
Não quero ser clichê... não quero ser algo que você já tenha.
Nem nada que ja sejam pra você.
Vem fazer simplismente diferente... o que mais ninguém faz;
Então conquista meu mundo, mas não se apegue demais;
Eu posso ir embora a qualquer hora.
Mas sei o que quero ser pra você.. ou o que talvez nao quero ser.
Quero ser brisa leve e as vezes ventania, quero estar de passagem breve e as vezes ficar dias;
Quero ser encantadoramente demoniaca, angelicalmente doce e inocente;
Quero fazer você tirar as palavras dos bolsos, os papeis velhos da gaveta e apontar o lápis
Perder a cabeça, guardar seus principios na caixinha por algumas horas, só...
Pra sentir a nossa poesia, o amor que a gente aprendeu a fazer;
Quero ser o convite pro salto no penhasco, tiremos as roupas e vamos correr nus, na chuva;
Só pra rir um pouco;
Só pra sentir um poco;
Só pra sair um pouco... da linha.
Quero ser colo, noite e dia;
Quero ser ausência numa saudade anciosa;
Um frio bobo na barriga;
Uma amizade engraçadinha e perigosa;
Não quero ser clichê... não quero ser algo que você já tenha.
Nem nada que ja sejam pra você.
Vem fazer simplismente diferente... o que mais ninguém faz;
Então conquista meu mundo, mas não se apegue demais;
Eu posso ir embora a qualquer hora.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Este Inferno de Amar
Este Inferno de Amar
Este inferno de amar - como eu amo!-
Quem mo pôs n'alma... quem foi?
Esta cham que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói-
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonh talvez... - foi um sonho -
Em que paz tão seran a dromi!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! desperatar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
Almeida Garret
Este Inferno de Amar
Este inferno de amar - como eu amo!-
Quem mo pôs n'alma... quem foi?
Esta cham que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói-
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonh talvez... - foi um sonho -
Em que paz tão seran a dromi!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! desperatar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
Almeida Garret
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
"Falta tanta coisa na minha janela como uma praia
Falta tanta coisa na memória como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência que me desespero
Sobram tantas meias verdades que guardo p mim mesmo
Sobram tantos medos que nem me protejo mais
Sobra tanto espaçoo deeentro do abraço
Falta tanta coisa p dizer que nuunca consigo
Sei lá se o que me deu foi dado
Sei lá se o que me deu já é meu
Sei lá se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei lá se o que me deu foi dado
Sei lá se o que me deu já é meu
Sei lá se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei láaa
Sei láaaaaaa
Vai saber o que me deu quem sabevai saber
Quem souber me salve"
Falta tanta coisa na memória como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência que me desespero
Sobram tantas meias verdades que guardo p mim mesmo
Sobram tantos medos que nem me protejo mais
Sobra tanto espaçoo deeentro do abraço
Falta tanta coisa p dizer que nuunca consigo
Sei lá se o que me deu foi dado
Sei lá se o que me deu já é meu
Sei lá se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei lá se o que me deu foi dado
Sei lá se o que me deu já é meu
Sei lá se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei láaa
Sei láaaaaaa
Vai saber o que me deu quem sabevai saber
Quem souber me salve"
quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Nesta quadrilha, eu que não queria entrar...
João amava Teresa que amava Raimundoque amava Maria que amava Joaquim que amava Lilique não amava ninguém.João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandesque não tinha entrado na história.
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